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27/7/2010 - Sinduscon: setor da Construção Civil deve crescer 8,8% este ano em SP

Dados do Sindicato da Construção Civil de São
Paulo (SindusCon) mostram que o setor de deve crescer 8,8% em 2010 e o
segmento imobiliário, responsável por parte significativa dessa
expansão, receberá investimento superior a R$ 200 bilhões, contra R$
170 bilhões no ano passado. Além disso, o uso do FGTS para compra ou
reforma da casa própria bateu recorde e superou, pela primeira vez na
história, os saques motivados pela aposentadoria de trabalhadores.
Segundo a Caixa Econômica Federal, foram sacados R$ 3,3 bilhões
sobretudo para aquisições e construções no primeiro semestre de 2010,
26% a mais do que no mesmo período de 2009.


Nesse contexto, os consumidores
podem contar com um seguro que protege as obras durante sua execução: o
seguro de riscos de engenharia, que é oferecido pela maioria das
seguradoras do país.


O especialista Carlos Barros de
Moura, da BarrosDeMoura & Associados, confirma que o seguro de
riscos de engenharia, ao contrário do que muita gente pensa, não é só
aplicável às grandes obras públicas e privadas.


- Até mesmo na construção de uma residência, em terreno com obras vizinhas, o produto tem papel muito importante.


Para ele, "a construção civil com foco na redução do redução do déficit habitacional, num cenário com economia aquecida e boom
da construção civil, tornou esse seguro cada vez mais importante para
os consumidores que desejam segurança e tranqüilidade quando desejam
proteger obras de todos portes e finalidades".


Na apólice para construção de uma
residência, por exemplo, o seguro contempla coberturas para despesas
extraordinárias, tumultos, desentulho do local, incêndio após entrega
da obra, despesas de salvamento e contenção, danos morais em
decorrência de responsabilidade civil etc.


- A cobertura de responsabilidade
civil é importantes para os casos de eventual desmoronamento ou
acidente que cause problemas a terceiros. Com o pacote completo que um
consumidor pode adquirir, para um limite máximo indenizável de R$ 1
milhão, o custo do seguro fica em torno de R$ 3,5 mil, ou seja, pouco
mais de 0,3%.


Para os que vão comprar um imóvel
na planta, ele dá um conselho importante: verificar se a construtora ou
incorporadora tem o seguro de riscos de engenharia para o
empreendimento.

- Trata-se de uma forma de
garantir o bom andamento da obra e a entrega do imóvel porque a
seguradora faz o acompanhamento da construção e tem até o poder de
interferir na execução caso algo saia do plano pré-estabelecido.


Moura lembrou ainda que os
consumidores devem procurar a ajuda especializada de um corretor que
domine a lógica desse ramo de seguro.


- É preciso entender também quais
são as reais necessidades dos clientes, dentro dos parâmetros de uma
análise de riscos muito bem estruturada, para oferecer um seguro
completo e sob medida.








Rod. Gen. Milton Tavares de Souza, 1572 - Km 115 - Barão geraldo, Campinas - SP, 13082-740

By Hintze Comunicação